Com fim das bets, Flamengo pode fazer venda grande ainda em 2026

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O Flamengo corre o risco de precisar fazer uma venda grande após o fim do ano para equilibrar as contas, caso se concretize o pior cenário da proibição das casas de apostas. O Rubro-Negro aguarda definições sobre o processo no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Congresso para dar os próximos passos em relação ao acordo com a Betano, patrocinadora máster do clube.

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Internamente, já há um processo de mobilização sobre o caso. De acordo com o jornalista Rodrigo Mattos, do 'UOL', caso o contrato com a Betano acabe em dezembro, o impacto seria maior em 2027. Com isso, o Flamengo precisaria fazer uma venda grande ou três ou quatro vendas médias ainda em 2026.

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Uma venda grande seria o equivalente a uma transferência do atacante Samuel Lino ou do meia Lucas Paquetá, atletas com valores que giram em torno de 30 milhões a 40 milhões de euros (R$ 168 milhões a R$ 225 milhões).

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A Medida Provisória do Governo tem validade inicial de 60 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 60. O texto também pode passar por modificações no Congresso. O contrato com a Betano será mantido em "stand-by", ou seja, em espera até haver uma definição da lei.

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A proibição das bets entrou em vigor nesta terça-feira (6). A tendência é que os times da Série A já entrem em campo sem patrocínios de casas de apostas nas camisas na rodada que começa na quarta-feira (7), a não ser que o ministro do STF Luiz Fux conceda liminar favorável aos times até lá.

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'Pode acontecer'

Recentemente, o diretor de futebol do Flamengo, José Boto, admitiu o risco de ter que vender jogadores para equilibrar o caixa. "É uma das coisas que podem acontecer: ter que vender jogadores para pagarmos os compromissos que temos. Nós não vamos ficar devendo os compromissos que temos que pagar", disse, em entrevista coletiva.

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"Como não podemos comprar porque para comprarmos precisamos de dinheiro, que é uma coisa que não temos neste momento. Estamos falando no pior cenário, de não ter esse patrocínio. E o pior cenário, talvez, passe por termos que vender alguns jogadores, ou dois ou três jogadores, e não conseguirmos repor com a mesma qualidade", explicou.

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