Diário de Notícias
Rio de Janeiro 25°C · ChuvaVer previsão ▾
Previsão para agora

Umidade: 83% · Vento: 10 km/h

Consulta: 23/10 14:02
sex, 23/1022° / 24°
sáb, 24/1021° / 29°
dom, 25/1022° / 29°

Mínimas e máximas estimadas pelos horários previstos. Hoje: horários restantes.

Dados: MET Norway · CC BY 4.0

ÚLTIMAS NOTÍCIASFlamengo tem um dos piores desempenhos no mata-mata da Libertadores
Flamengo tem um dos piores desempenhos no mata-mata da LibertadoresEx-companheiro é apontado como autor de ataque a facadas contra mulher em Búzios — RC24HFluminense tenta juntar os cacos para seguir firme no BrasileiroVacina personalizada contra o câncer reduz em 42% o risco de morte ou recidiva de melanomaLula x Flávio: quem foi melhor no debate da Band, segundo pesquisaJogadores apontam erros do Flamengo para eliminação na LibertadoresMais um teste de sobrevivência para Benjamin Netanyahu‘Não vou ensinar jogadores deste nível a bater pênaltis’, diz JardimNegociar com patrão e mais: o que Lula e Flávio propõem ao trabalhador | G1PM acha 17º corpo em SP com mesmo modus operandi; autoridades negam relação | CNN BrasilEleições 2026: veja como as urnas no exterior são preparadas para o segundo turno de votação | G1Arrascaeta admite rendimento abaixo do Flamengo contra o EstudiantesFlamengo cai para o Estudiantes nos pênaltis e dá adeus à LibertadoresFato ou Fake: entenda como funcionam as checagens | G1Prefeitura de Niterói lança edital para construção da Inspetoria Regional da Guarda Municipal no Centro – Portal Niterói Notícias
Publicidade
POLÍTICA

STF Decide Contra Liberdade de Bolsonaro em Pediado Polêmico

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para negar um pedido de liberdade feito em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi apresentado por um terceiro sem autorização da defesa ou do próprio ex-presidente. A relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, votou contra o habeas corpus e foi acompanhada pelo ministro […]

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para negar um pedido de liberdade feito em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi apresentado por um terceiro sem autorização da defesa ou do próprio ex-presidente.

A relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, votou contra o habeas corpus e foi acompanhada pelo ministro Cristiano Zanin. Com o voto de apenas dois dos quatro integrantes da turma, a maioria foi rapidamente constituída, apesar de Alexandre de Moraes se declarar impedido de participar do julgamento.

O impedimento de Moraes se deu em virtude do fato de que o habeas corpus questiona uma decisão que ele mesmo tomou na execução penal de Bolsonaro. Assim, apenas três ministros estavam em condições de votar, e a ministra Cármen Lúcia destacou que essa situação reforça ainda mais a posição da defesa do ex-presidente.

Agora, apenas falta o voto de Flávio Dino para concluir o julgamento. É importante destacar que o pedido foi apresentado por Cláudio Leme Cavalheiro, um estudante de Direito, sem que os advogados do ex-presidente estivessem envolvidos.

Cármen Lúcia enfatizou que, apesar de qualquer pessoa ter o direito de apresentar um habeas corpus, um terceiro não pode intervir na atuação dos advogados já constituídos na defesa, especialmente em um caso de tamanha complexidade como o de Bolsonaro.

A alegação central do pedido sustenta que o ex-presidente estaria sendo submetido a uma “coação ilegal à liberdade” durante o processo de execução de sua pena, que atualmente é conduzido por Moraes.

A ministra ainda ressaltou que a jurisprudência do STF defende que tal instrumento jurídico, como o habeas corpus, não pode ser utilizado para contestar decisões de um de seus ministros no âmbito da própria Corte.

Essa decisão ocorre em um cenário de intensas repercussões políticas e jurídicas, já que Bolsonaro atualmente cumpre uma pena de 27 anos de prisão em regime domiciliar, motivada por sua tentativa de golpe de Estado durante sua presidência.

O recurso está sendo julgado no plenário virtual da Primeira Turma, e a sessão para votação está agendada para encerrar em 14 de setembro. A expectativa é de que a decisão final traga novos desdobramentos para a situação legal de Bolsonaro e reverberações políticas nas esferas do governo e do Judiciário.

As implicações desse julgamento poderão influenciar o entendimento sobre a atuação das turmas do STF e as garantias e direitos dos acusados, especialmente no contexto de casos envolvidos em politicalidade e reações da opinião pública.